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Considerações iniciais

Quero lembrar meus amigos baixistas que o contrabaixo é um instrumento de condução.
Condução e Execução são duas das funções mais importantes do contrabaixo dentro da música.
Vale lembrar que o baixo se caracteriza na música com a função de conduzir a harmonia e a rítmica, tornando-se o instrumento chave em uma banda. A condução se dá com a criação de uma linha constituída de notas inter-relacionadas com os acordes da harmonia e com uma linha rítmica casada com a percussão. Os norte-americanos denominam esta condução como Groove; uma linha que permanece igual a cada acorde ou a um grupo de acordes.

Na execução é sempre bom atentar-se ao fato da dinâmica, da pulsação, do andamento e da harmonia que você precisa manter firme durante a execução.Nunca sole durante as frases da melodia e mesmo quando sobe, nos intervalos da música e não se esqueça de contar o tempo para voltar ao peso.

O peso é fundamental combinado com a mudança do timbre (botão grave e agudo);Se a música exigir um acompanhamento com peso durante 100 compassos, não mude o timbre para agudo. Sempre haverá uma oportunidade para mostrar o seu domínio, por isso não se arrisque a solar (improviso) sem saber.

A teoria deve estar junto com a prática e primeiro toque o que a música pede, e se houver espaço coloque a sua interpretação. No baixo só existe sentimento quando está solando, ou seja, o teclado, a guitarra, ou qualquer outro instrumento vai fazer o que os músicos chamam de “Cama”, mas quando acabar o solo, o baixo deve voltar a sua posição que é de peso na musica.

Outra dica importante que forneço é procurar estar junto com a bateria. A peça de referência é o bumbo que basicamente tem a mesma linha de acompanhamento. Evite usar todas as técnicas que sabe durante o acompanhamento, para não enjoar os ouvidos e lembre-se que a função de qualquer instrumento é de acompanhar algo (instrumento ou voz). Não fique tentando se destacar sozinho. Você sua hora de mostrar o que sabe.  Pense no conjunto.

AULA Nº 01 A HISTÓRIA DO CONTRABAIXO

Os registros mais rudimentares datam do século XIII, na segunda metade da idade média aproximadamente no ano 1200.

Os primeiros exemplares conhecidos apontam o nascimento do moderno contrabaixo vinculado à família das violas.

Mais ou menos no ano de 1450, os compositores achavam que as músicas soavam muito com timbres agudos. Uma forma de resolver esse problema foi dividir os instrumentos em registros diferentes, mesmo assim os resultados não foram satisfatórios.

Uma vez constatado tal obstáculo, surgiu à necessidade de inventar um instrumento que fosse capaz de atingir regiões mais graves na escala. A solução encontrada foi construir instrumentos maiores, baseados nas estruturas da época.
A Itália foi um dos celeiros de construções. Nesse período surgiu o violine, que pode ser considerado o parente mais próximo do contrabaixo de orquestra. No início, o violine era o maior de todos os instrumentos e era chamado de “Viola-Contrabaixo”.

Depois da metade do século XVIII, o contrabaixo separou do violine e adquiriu sua forma definitiva.

O domínio do grande contrabaixo como única opção para a emissão de sons graves perdurou até setembro de1951. A partir daí tudo mudaria com a invenção do primeiro Contrabaixo Elétrico da história realizado por um técnico de rádios Clarence Leo Fender.

Em outubro de 1951, Leo construiu o primeiro baixo elétrico da história, usado pela primeira vez na banda de Bob Guildemann. O instrumento foi chamado de “Precision Bass”

Léo Fender queria aperfeiçoar e construir um instrumento que poderia oferecer maior comodidade e que coubesse em um porta-malas de um carro.

Diversos músicos queriam experimentá-lo, mas todos tocavam guitarra, acostumados à outra técnica de execução, não tinha a mínima idéia de como criar modelos rítmicos no contrabaixo elétrico, já que nunca tinham ouvido com atenção, as estruturas rítmicas criadas nas músicas da época.

Muitos baixistas que usavam baixos acústicos, solenemente desprezavam o novo instrumento. Alegavam dificuldade de execução e também que a sonoridade era falsa em comparação à acústica.

As cordas eram afinadas de acordo com os modelos atuais. Ou seja, (E – mi), (A – Lá ), (D – Ré ) e (G – Sol ). Então quando esse instrumento começou a despontar no cenário artístico mundial, os músicos limitavam-se a simplesmente repetir o que a guitarra fazia, apenas uma oitava abaixo.

Daí pra frente houve uma evolução muito grande nesse instrumento, que nos dias de hoje temos o baixo de 4 cordas, 5 cordas, 6 cordas e até 8 cordas.

Os músicos de jazz e blues, a princípio, acharam a idéia interessante, mas mantiveram-se em seu tradicionalismo. Somente muitos anos depois o baixo elétrico seria tão popular no jazz e no blues quanto o acústico. No caso do blues, ele surgiu assim que Muddy Waters introduziu a guitarra neste ritmo, ainda que seu baixista, o mitológico Willie Dixon usasse um acústico. No caso do jazz, o baixo elétrico só veio à tona com Miles Davis.

Nos anos 60, o papel do baixista segue sendo, basicamente, o mesmo que nos anos 50: um suporte harmônico de fundo. A partir de 1967, o baixo elétrico começa a aparecer, fundamentalmente no rock’n roll. O melhor exemplo talvez seja o disco Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band, dos Beatles. Aqui já podemos começar a falar de linhas de baixo de temas pop, tal como os conhecemos atualmente. É prova disto o Festival de Woodstock emOs anos 70 apresentam a maturidade do baixo. Os produtores começam a prestar mais atenção no potencial do instrumento e o contrabaixo assume uma importância maior, como no surgimento da disco music. É fundamental também o surgimento do rock progressivo, o jazz fusion, o latin rock, o heavy metal, o punk, o reggae, o funk e asoul music. O baixo acústico se limita apenas aos setores mais tradicionais, como jazz, blues e ritmos tipicamente latinos, assim mesmo já rivalizando com o elétrico. E é claro, a popularização do fretless, o baixo elétrico sem trastes.

O desenvolvimento da década de 80 apresenta a maturidade de alguns estilos musicais e o desaparecimento de outros. Percebe-se neste período que o baixo já não é imprescindível, e que pode facilmente ser trocado por um sintetizador. A massificação da dance music (pária da disco music) deixa de lado o contrabaixo, ainda que sua linha ainda esteja presente, mesmo que sintetizada. Mas isto não acontecia apenas com o baixo, mas também com a guitarra e a bateria, já que o sintetizador era o instrumento fetiche do início da década.

Para felicidade nossa esta tendência de trocar todos os instrumentos por um só foi passageira. E os grupos voltaram, seja ele de rock ou jazz, tanto o baixo elétrico quanto o acústico estava novamente no palco. Nem todos estavam concordando com a massificação dos sintetizadores, principalmente produtores mais atentos e a revista Bass Player. O jazz começava a abrir um campo especificamente voltado para o contrabaixo elétrico, e assim o instrumento se desenvolveu com uma rapidez imensa tornando-se hoje um dos mais importantes instrumentos musicais da música moderna.

Anatomia do Contrabaixo


– Cabeça, mão, paleta ou headstock. 2 – Cravelhas e tarraxas. 3 – Pestana ou capotraste. 4 – Trastes 5 – Braço eescala. 6 – Marcações. 7 – Recorte superior. 8 – Pinos de fixação da correia. 9 – Cordas. 10 – Recorte inferior. 11 – Corpo. 12a, 12b –Captadores. 13 – Ponte ou cordal. 14 – Controles de tonalidadevolume. 15 – Jacks/Jaques ou tomadas de saída (conectores tipo TRS fêmea)

AULA Nº 02

Bem galera, agora que voces já conhecem um pouco dessa história desse instrumento fascinante, vamos estudar o braço do baixo,  as notas musicas e a  postura.

a) O braço do Contrabaixo e as notas musicais

Obviamente você conhece a escala musical convencional,  Bom, por via das dúvidas aí vai:

Dó    Ré    Mi     Fá    Sol    Lá    Si

É usual que se repita a primeira nota da escala, neste caso o Dó, de tal sorte que do ponto de vista prático temos uma escala com 8 notas, sendo a oitava uma repetição da primeira. Você deve também saber que cada uma das notas musicais é usualmente representada por uma única letra. Como disse acima no item cifras, ficaria assim:

C     D      E     F     G      A     B     C

Passemos à prática. Observe o braço do baixo.

Observe, o desenho abaixo representa o braço do contrabaixo. A 1ª corda é a corda Sol , a 2ª corda é a corda Ré, a 3ª corda é a corda Lá e a 4ª corda é a corda Mí

Já estamos bem próximos de tirar os primeiros sons do contra-baixo. Vamos agora aprender as notas no braço do instrumento. Primeiramente vamos ver os nomes das cordas soltas.

POSTURA:  Sentado

Procure sempre utilizar uma cadeira com encosto reto e assento acolchoado. Insira a correia ao instrumento e regule de maneira que a mesma fique junto ao ombro de maneira confortável, ou seja, sua altura deve deixar o instrumento apoiar-se sobre sua perna. Uma regulagem apertada não permitirá que o contrabaixo alcance a coxa da perna, ficando apoiado somente no ombro. E no caso de uma regulagem muito “solta” fará que o instrumento não fique firme, o que acarretará no deslocamento do mesmo com relação ao corpo.

O baixo deve ser apoiado sobre a perna direita

Quando estamos de pé, devemos utilizar a mesma regulagem de correia do exemplo anterior (sentado). Lembre–se sempre de manter a coluna reta e, para absorver por igual o peso do instrumento, mantenha as pernas um pouco abertas, com um espaço de cerca de 30 cm entre elas. Muitos músicos gostam de colocar uma correia comprida

Para que possam fazer pose para fotos,  coreografias, etc. Mas isso não quer dizer que estejam errados. Cada um usa seu instrumento da forma que melhor se adaptam ao seu estilo, tamanho, forma e gosto.  Lembrando sempre que o baixo deve ficar de maneira confortável. A atenção a respiração é muito importante pois ela é um dos fatores indispensáveis ao conforto e relaxamento para se tocar.

O baixo deve estar bem equilibrado, nesta posição, da seguinte forma: apoie-o na perna direita e segure-o pela parte interna do antebraço direito.

A mão direita não é usada para apoiar o baixo, apenas para tocar.

Os pés devem ficar na posição horizontal.

O braço esquerdo deve formar um “L”. A parte interna do braço fica próximo ao corpo, enquanto que o antebraço deve estar a uma distância de 90 graus da parte superior.

O braço do baixo deve ficar afastado do corpo e levemente inclinado para cima

Veja esse guitarrista:

AULA Nº 03 – FUNDAMENTOS TEÓRICOS

Bem amigos,  antes de continuar tocar com o contrabaixo, preciso esclarecer alguns itens que não foram citados veja

a) Elementos Constitutivos

Música é a arte dos sons, combinados de acordo com as variações e altura, proporcionados segundo a sua duração e ordenados sob as leis da estética.

A música compõe de três os elementos fundamentais:

MELODIA – consiste na sucessão dos sons formando sentido musical.

Ritmo – é o movimento dos sons regulados pela sua maior ou menor duração.

Harmonia – Harmonia consiste na execução de vários sons ouvidos ao mesmo tempo, observadas as leis que regem os agrupamentos dos sons simultâneos.

Melodia e ritmos combinados já encerram um sentido expressivo musical.

Para exprimir profundamente qualquer sentimento, ou descrever por meio da música qualquer quadro da natureza, torna-se imprescindível a participação em comum destes três elementos; melodia ritmo e harmonia.

b) Propriedades do som

Som é um fenômeno físico que estimula o sentido da audição nos seres humanos.

Qualquer som simples possui quatro propriedades:

a)      Duração: é o tempo de produção do som.

b)     Intensidade: é a propriedade do som de ser mais forte ou mais fraco.

c)      Altura: é a propriedade do som de ser mais agudo ou mais grave.

d)     Timbre é a qualidade do som, que permite conhecer a sua origem.

Duração – na escrita musical a duração é representada pela figura da nota e pelo andamento. Observe a relação entre sons longos e curtos.

Intensidade – pelos sinais de dinâmica

Altura – pela posição da nota no pentagrama e pela clave.  É preciso que se tenha em mente a direção tomada pelo som, que se estabeleça a relação de grave, médio e agudo. Ao ouvir dois sons sucessivos, estabeleça qual é o mais grave e o mais agudo.

Timbre – pela identificação da voz ou instrumento que deve executar a música. É pelo timbre que identificamos se o som vem de um piano, de uma flauta, de um tambor ou de uma voz humana.

c) Notação Musical

O som é representado no papel por um sinal chamado nota, a figura da nota varia de acordo com a duração do som.

Pauta ou Pentagrama

É a reunião de 5 linhas horizontais, paralelas formando entre si 4 espaços. É na linha e nos espaços da pauta que se escrevem as notas.

Bem Galera, vamos falar sobre o Posicionamento das mãos:

Mão Direita é a mão do ritmo usaremos os dedos Indicador e Médio

Posição dos dedos mão direita no contrabaixo

Observe, na figura, que quando tocamos com os dedos, o dedo da mão direita, após tocar numa corda se apóia na seguinte. A letra “A” representa o ponto de partida, o dedo passa por “B”, tocando a corda em “C”, indo repousar em “D”, que é a corda que ele vai se apoiar.

Mão Esquerda - Na mão esquerda iremos usar os 4 dedos, ou seja, o Indicador, Médio, Anular e Mínimo. Como mostra a figura abaixo, cada dedo será representado por um número: 1 2 3 4.

vou Deixar aqui 3 exercícios  para mão direita cordas soltas.

Como Estudar!!

Bem,  é muito simples: É só você  posicionar o instrumento (Em pé ou sentado)conforme foi falado anteriormente e utilizar os dedos I – indicador e   M – médio  mão direita e executar os arpejos. 1º – toque as cordas soltas usando os dedos  I M sempre alternando. Toque livremente sem contagens ou repetições padronizadas. 2º – agora toque 2 vezes em cada corda. 3º – toque agora 4 vezes em cada corda. Você poderá criar outras combinações também. boa aula !  e até a próxima!!

Aula nº 03

Agora que você aprendeu a tocar com cordas soltas, vamos começar a usar a mão esquerda. Ao tocar as cordas sua mão deve estar confortável, sem o mínimo de tensão. Segure o baixo e espalhe seus dedos sobre as cordas de modo que cada dedo fique sobre uma casa do contrabaixo. O polegar deve ficar na parte de trás do braço do baixo, posicionado entre o primeiro e o segundo dedo. Sua função é proporcionar uma sustentação para os dedos enquanto você dedilha. Não encoste a palma da mão no braço do baixo. Veja :

Mão Esquerda –

Na mão esquerda iremos usar os 4 dedos, ou seja, o Indicador, Médio, Anular e Mínimo. Como mostra a figura abaixo, cada dedo será representado por um número: 1 2 3 4.

Devemos nos preocupar com a postura com relação ao instrumento.

Acredito que este estudo seja um dos fundamentos básicos  e imprescindíveis  para  estudante de contrabaixo ou outros instrumentos como a guitarra e violão.

A Mão deve estar no centro do braço do instrumento e o alcance dos dedos deve abranger sempre quatro trastes (casas) do contrabaixo. Há algumas digitações que obrigarão uma maior abertura dos mesmos, mas lembre-se de colocar suas notas mais próximas possível, pois isso acarreta em menos movimento e mais velocidade.

Exercício nº 01/02/03

Aula nº 04

Ae Galera tive um problema com a hospedagem do meu site , perdi muitos dados coletados. mas vamos as aulas.  Vamos executar o mesmo exercício com 3 notas por tempo veja:

Aula nº 05

Agora vamos usar os 4 dedos da mão esquerda: vamos usar 2 nota por tempo . isto significa que com cada batida do metrônomo devemos executar 2 notas!

Seguindo o mesmo princípio dos dois exercícios anteriores, tente as outras combinações, se não conseguir, no Nível II voltaremos a revê-las com mais detalhes. Por enquanto vamos exercitar somente as duas primeiras combinações. depois vamos usar  1, 2, 4, 3;  1, 3, 2, 4 e um 1, 3, 4, 2  e assim por diante.

Aula nº 06

Arpejos

 

Os arpejos são notas do acorde tocadas na seqüência (1, 3, 5), tônica, terça, quinta com repetição da tônica uma oitava acima.

Os acordes são usados na parte de acompanhamento para a guitarra ou violão e a diferença é que as notas que formam os acordes são tocadas simultaneamente, enquanto que no contrabaixo essas notas são tocadas isoladamente em forma de ritmos seguindo sempre a linha do bumbo da bateria.

O estudo dos arpejos é muito importante do ponto de vista técnico porque além de facilitar a visualização das notas no braço do baixo, aumenta consideravelmente a velocidade da digitação, permitindo que o baixista utilize os chamados sweeps (arpejos em seqüência tocados rapidamente nos sentido ascedente e descendente).

Outro fator que evidencia a importância do estudo dos arpejos é a facilidade de criarem padrões específicos para utilização em acordes predeterminados.

Ao se tocar arpejo maior ou menor sobre diferentes graus da escala, acrescenta-se as tensões que dão uma nova coloração.

Neste capítulo, vamos estudar os arpejos na sua forma 6º, 2º, 5º, e 1º graus do campo harmônico maior. (são os chamados VI, II, V, I), por exemplo: no campo harmônico de Dó maior temos: 1º – Dó, 2º grau – ré menor, 5º grau sol 7e o 6º grau – Lá menor.

Estudos mais aprofundados da aplicação dos arpejos e formação dos acordes serão estudos no terceiro e quarto volume desta apostila.

No momento segue a digitação dos arpejos maiores e menores  nas tonalidades mais usadas.

Veja alguns modelos:


Bem galera, ai está a música telefone mudo gravação do Bruno & Marrone com utilização dos arpejos acima.

 

 

Agora vou mostrar um aluno executando a música Mantenho Respeito do Marcelo D2. Ele tocou em cima da original e com pallheta, tem algumas desquantização, mas pra idade dele isso é muito natural.

AULA Nº 07
Bem amigos todos nós sabemos que existe o baixo de 4 cordas, 5 cordas,  6 cordas e até mais, mas hoje vou mostras a difereça entre os baixos de 4 cordas,  5 cordas e 6 cordas.

4 cordas:

Esse é o tradicon

 

 

Esse é o tradicional é o básico, usado desde  outubro de 1951, Léo Fender construiu o primeiro baixo elétrico da história, usado pela primeira vez na banda de Bob Guildemann. O instrumento foi chamado de “Precision Bass”

Não há regras  quanto ao número de cordas de um contrabaixo, nada impede um músico de fazer Slap num baixo de 6 cordas... e tambem fazer solos  e acordes num baixo de 4 cordas. Isso vai do gosto de cada um.
 
Observe a figura acima  as cordas e os números as casas do braço do instrumento sendo que a casa 5 de cada corda equivale a corda debaixo solta. A contagem das cordas no contrabaixo é feita de baixo para cima.
 

4, 5 ou 6 CORDAS?

 
Cordas - Ideal para Slap por haver um espaçamento maior entre as cordas e na condução do rock in       roll. 
5  Cordas - É um contrabaixo equilibrado, um meio termo entre 4 e 6 cordas.
6 Cordas - Mais recomendado para fazer acordes por haver mais possibilidades,  devido ao número de  cordas , é muito usado condução de solos e na musica instrumental.
 
Vamos agora ver o baixo de 5 cordas

 

Observaram que  contrabaixo de 5 cordas possui  as mesmas cordas do baixo de 4 cordas  apenas acrescentada a 5 ª corda siZão  e sua afinação é a mesma coisa do baixo de 4 cordas

 
 
Sol - Ré - Lá - Mi - Si

 

O baixo de 6 Cordas